SUSPIROS DE UM TROVADOR

DIGITAL, 2016, 70 MINUTOS

SINOPSE

Suspiros de um Trovador é um filme documentário que revela a vida e obra do poeta popular alagoano Rodolfo Coelho Cavalcante (1917-1986). Seu filho e cordelista, Isaías Cavalcante – Ismoca, persegue sua vida pela Bahia, Alagoas e Rio de Janeiro e vivencia sua obra literária, seja declamando poesias, lendo cordéis, negociando livretos nas feiras, ruas e também reencontrando amigos e poetas.

FICHA TÉCNICA

Direção e Roteiro: Marcelo Rabelo

Direção de Fotografia e Câmera: Nicolas Hallet

Produção Executiva: Eliana Mendes

Direção de Produção: Valdelice Rabelo

Produção: Associação Sociocultural Umbigada

Assistente de Produção: Isaías Cavalcante, Jurisvaldo Alves, Israel Cavalcante, André Cavalcante, Zé Andrade, Zé Mário

Técnico de Som: Thiago Torres

Assistente de Fotografia e Câmera Adicional: Wallace Nogueira

Montagem: Wallace Nogueira

Finalização de Áudio: Glauco Neves

Pesquisa: Isaías Cavalcante, Marcelo Rabelo, Odilon Sérgio, Valdelice Rabelo

Animação: Maíra Moura

Xilogravuras em animação: Erivaldo Oliveira

Xilogravuras em reprodução: Franklin Maxado, Minelvino Francisco

Direção de Arte: Gabriel Arcanjo e Valdelice Rabelo

Motorista: Reinaldo dos Santos e Junior Finizola

Design Gráfico: Walter Mariano

Trilha Sonora: Bule Bule, Antonio Queiroz e Téo Guedes

Técnico de Som trilha sonora: Elias Assmar

Música Trilha sonora final: Antonio Queiroz

Tradutor: Carlos Prudencio Alonso (Espanhol) e César Zanin (Inglês)

Filmes de arquivo: “Mestre Pastinha: O Rei da Capoeira Angola” de Paulo Sá Vieira e “Rodolfo Cavalcante – Poeta de Cordel” de Jorge Luiz Mascarenhas

Imagens de Arquivo:  Acervo Família Cavalcante

Realização: Associação Sociocultural Umbigada

Apoio Financeiro: Secretaria de Cultura do Estado da Bahia/Fundo de Cultura

Apoio: Museu do Sertão (UEFS) / Núcleo de Literatura de Cordel/Funceb / Dimas (Diretoria de Imagem e Som da Bahia) / Restaurante da Chiquita / Vogal Imagem / Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel

Agradecimentos: Família Cavalcante (Salvador/Jequié/Maceió), Paulo Sá Vieira, Carlos Modesto, Domingos Ailton, Gráfica Lelian (Jequié), Cristiana Barbosa, Ana Lúcia Reis Fonseca, José Amorim e Luiz Amorim, Val Rodrigues, Circo Barcelona, Academia Brasileira de Literatura de Cordel.

CORO DE COR

CORO DE COR

Em tempos de nomes individuais na música popular brasileira, a banda Coro de Cor traz a música em primeiro plano. Com som essencialmente brasileiro, o grupo faz um trabalho de maneira própria que prima pela qualidade e sutileza nos arranjos.

Levando a música como forma de expressão, Geysa Maiana, Bruno Maiky e Armando Lui reúnem as suas cores únicas e dessa combinação nasce o som da Coro de Cor. Com mais de nove anos de existência, vem sendo bastante elogiada pelos seus shows apresentados em Salvador e outras cidades baianas.

Lançou seu primeiro álbum independente, intitulado “Singularidades”, em outubro de 2011, com repertório predominantemente autoral, no qual também estão entre os compositores Caetano Veloso, João Donato e Carlinhos Brown. Neste trabalho, percorre desde o reggae ao samba, do ijexá ao romântico sempre explorando as vozes em seus arranjos.

Desde sua formação, o grupo vem trilhando festivais e eventos de música pelo Brasil quando iniciou sendo finalista do III UNIFEST (2006), organizado pela UFBA. E desde então, foi selecionada para mostrar seu trabalho autoral em diversos outros como no 36º e 38º FEMUCIC – Maringá/PR; no Festival ENCUT 2013 de MPB -Taubaté/SP, no qual levou o prêmio de melhor arranjo pela música “Sertão Meu”; no 43º e 44º FENAC/MG; no 37º FEMPI – Ibotirama/BA. Em 2014, recebeu o troféu de 2º lugar no Prêmio Sesc de Música Tom Jobim, em Brasília/DF. Nas edições de 2012, 2013 e 2015 do Festival de Música da Educadora FM, levou o prêmio de música “Mais Votada pelos Ouvintes”, com as respectivas canções “Redenção”, “Intuição” e “Dona do Céu”. Por dois anos consecutivos (2012 e 2013), participou da Mostra SESC de Música da Bahia. Também foi finalista do Festival de Música da Bahia, em 2010 e 2012 e foi vencedor do Festival de Música dos Bancários da Bahia, em 2009, também com “Sertão Meu”. Em 2015, teve sua canção “Perto de Lá” integrante da coletânea de CD’s do Mapa Musical da Bahia, lançada no mesmo estado. Em 2015 e 2016, foi finalista do FEM de Rio Preto/SP.

Atualmente, encontra-se produzindo canções para seu próximo CD.

Coro de Cor, por onde passa, instiga o público a colorir a vida com sensibilidade, poesia e ritmo.

Sarau do Poeta

Sarau do Poeta

Jackson Costa apresenta o Sarau do Poeta, um espetáculo que conjuga música e poesia e resgata a musicalidade baiana inspirada em Dorival Caymmi, Jorge Amado e visita a poesia de Gregorio de Mattos, Castro Alves, Rui Espinheira Filho, Ramon Vane, Patativa do Assaré, entre outros.

No  Sarau do Poeta, Jackson Costa divide a cena com um trio de músicos: Joaquim Carvalho (violão e voz), Eddie Sant’Ana (violão, violino e craviola), Sidney Argolo (percussão).

O espetáculo musical de Danilo Caymmi

O espetáculo musical de Danilo Caymmi

Imperdível! Assim inicia a chamada do spot para o show de Danilo Caymmi no próximo dia  3 de junho, sábado, 20h, no Centro de Cultura de Jequié, numa produção da Revista COTOXÓ,  que terá  na abertura o cantor Nuno Menezes, um admirador da musicalidade da família Caymmi.


Você realmente não pode perder este espetáculo musical de um dos maiores nomes da MPB.

Filho do genial mestre da canção brasileira,  Dorival Caymmi e da cantora  Stella Maris, e irmão dos cantores  Dori e Nana Caymmi, Danilo   começou a tocar flauta e violão na adolescência. Abandonou o curso de arquitetura no fim do curso.

A carreira artística teve início  participando como flautista da gravação do disco “Caymmi Visita Tom”, de 1964, título escolhido pelo próprio Danilo para sua palestra ao lado do músico Davi Costa Mello na manhã do dia 3 de junho no Auditório Waly Salomão (UESB – Campus de Jequié). Mais tarde, já nos anos 80, Danilo voltou a encontrar Tom, quando entrou para a Banda Nova, que acompanhava o maestro carioca nas suas apresentações. Danilo, que continuou tocando para Tom até a morte do músico, em 1994, guarda lembranças especiais do coautor de Garota de Ipanema: “Não sabia que eu era cantor até 1983, quando entrei para fazer parte da ‘Banda Nova’, de Tom, a convite de seu filho, Paulo Jobim. Durante um dos ensaios, Tom pediu que eu cantasse duas de suas músicas. Neste momento, descobri em mim o cantor que eu mesmo desconhecia”. Entretanto, seu primeiro trabalho como compositor  teve  registro antes. Foi com a música “De Brincadeira”, feita em parceria com Edmundo Souto, interpretada por Mário Castro Neves em 1967. Atuou como flautista e compositor, obtendo o terceiro lugar no III Festival Internacional da Canção, na fase nacional, transmitido pela Rede Globo, em 1968, com a canção Andança, sendo seus parceiros na composição da canção Edmundo Souto e Paulinho Tapajós), lançando a cantora Beth Carvalho, contando com a participação do grupo vocal Golden Boys.

Aproveitando os 90 anos de nascimento de Tom Jobim, completados este ano, chega o álbum Danilo Caymmi Canta Tom Jobim (Universal Music), em que o fiho de Dorival Caymmi  interpreta 11 canções do maestro.

Danilo fez sucesso com a canção Casaco Marrom, composta juntamente com uarabyra, na voz da cantora Evinha. Danilo trabalhou com seus irmãos e fez espetáculos em 1973 com Edu Lobo. No mesmo ano, participou da gravação do disco “Matança do Porco”, do grupo Som Imaginário. Em 1983 entra para o conjunto musical Banda Nova , de Tom Jobim. Foi convidado pela TV Globo (Rede Globo) a escrever trilhas musicais para alguns seriados e novelas como Riacho Doce, Teresa Batista, Corpo e Alma e Mulheres de Areia, sendo lançado o longplay Trilhas.
 Em 2001 participou com Roberto Menescal, Marcos Valle e Wanda Sá do Fare Festival, realizado em Pavia, na Itália pela Società dell’Academia.

Fez turnê nas seguintes cidades Estocolmo, na Suécia, Helsinki na Finlândia e em Moscou na Rússia.
 Em comemoração aos noventa anos do pai, lançou em 2004, junto com seus irmãos Nana e Dori, o compact disc Para Caymmi de Nana, Dori e Danilo, com os maiores sucessos de Dorival Caymmi.

Em 2009, foi lançado pela Rob Digital, em parceria com o Canal Brasil (televisão por assinatura), o CD e DVD “Danilo Caymmi e Amigos”, cujo registro teve a participação de Roberto Menescal, Fafá de Belém, Zé Renato, Claudio Nucci, Dori Caymmi e sua filha Alice Caymmi         De Jequié, Danilo Caymmi parte para um show em Portugal, que com certeza assim como empolgará o público da terra do Waly Salomão, fascinará também os portugueses  com sua forte voz  musical e suas encantadoras canções.


Fonte: Produção de Danilo Cayymi, Correio da Bahia e Wikipedia

A III Edição da Feliisquié

Entre de 2 e 4 de junho  de 2017 vai acontecer a III Edição da FESTA LITERÁRIA INTERNACIONAL DO SERTÃO DE JEQUIÉ – FELISQUIÉ com palestras, mesas redondas, saraus, shows musicais, feiras e lançamentos  de livros, oficinas literárias, exibição de filmes  dentre outras atividades, o que tornará Jequié capital baiana da literatura neste período. Nomes consagrados das letras e de outras linguagens artísticas no Brasil e no mundo, a exemplo do professor  Eduardo Coutinho, que vai falar sobre seu pai, o consagrado crítico literário Afrânio Coutinho,  historiador e quadrinista Sávio Roz, o escritor Mouzar Benedito, da atriz Ingrid Liberato, os cineastas Chico e Alba Liberato e poeta e ator Jacson Costa estarão participando do evento. O cantor Danilo Caymmi vai fazer uma palestra e um show sobre Tom Jobim, que estaria completando 90 anos de nascimento em 2017. Vai ser lançado na FELISQUIÉ  o filme SUSPIROS DE UM TROVADOR,  de Marcelo Rabelo sobre o cordelista Rodolfo Coelho Cavalcante, um dos maiores cordelistas do Brasil  que viveu em Jequié. O tema central desta terceira edição da  Felisquié é o cangaço na Literatura de Cordel: do sertão para o mundo, comemorando  100 anos do ABC do grupo de cangaceiros Cauaçus, do sertão de Jequié.  Três mulheres estarão sendo homenageadas pela FELISQUIÉ:  as poetisas Maria Lúcia Martins,  jequieense, radicada no Rio de Janeiro, que nos nos deixou o ano passado; a poetisa Stella Câmara Dubois, de Jaguaquara e  Carolina Maria de Jesus, negra  e favelada, que tem uma vasta e linda  produção literária. Serão homenageados também o escritor  Lindolfo Rocha nos  120 anos de Emancipação Política de Jequié, Rodolfo Coelho Cavalcante, Afrânio Coutinho e Tom Jobim.

Diversas atividades estão antecedendo e aquecendo  a FELISQUIÉ como este  Show O Canto das Mulheres e o Encontro de Contadores de Histórias com oficina de   Danielle Ferreira, especialista em contação de histórias dia 1 de abril aqui também na UESB,  além de oficinas literárias e círculos de leitura, que estão sendo realizadas e diversos espaços da cidade.  A FELISQUIÉ vai trazer para nosso município pessoas de diversas regiões da Bahia e do Brasil, o que movimentará a economia local com a ocupação da rede hoteleira e o aumento da comercialização de produtos de bares e restaurantes etc.

A ideia de realizar a  FELISQUIÉ surgiu de uma conversa na mesa de um  bar entre os escritores Domingos Ailton e Valdeck Almeida de Jequié, durante o Encontro da União Brasileira de Escritores em Ribeirão Preto, São Paulo em 2011.

As duas edições da FELISQUIÉ foram eventos de grande sucesso. A primeira edição da FELISQUIÉ homenageou o centenário de dois ícones da cultura nordestina: o escritor Jorge Amado e o cantor Luiz Gonzaga. Prestou homenagem também aos 100 anos do Jornal A Tarde. O evento reuniu o presidente da União Brasileira de Escritores – UBE, escritor Joaquim Botelho, a presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia – Sinjorba, Marjorie Moura, os escritores Mouzar Benedito, Carlos Souza Yeshua, Liniane Haag Brum, Vitor Hugo Martins, Carlos Ribeiro, Gildeci Leite, Bohumila Araújo, Domingos Ailton as jornalistas Heloísa Sampaio e Rogéria Gomes, os cineastas Tuna Espinheira, Guido Araújo, Robinson Roberto e Carlos Pronzato, o ator Robério Lima, os músicos Lourival Eça e Carlos Éden, o artista plástico Dicinho, o ex-presidente da Agência Nacional de Petróleo – ANP, Haroldo Lima e os professores Maribel Barreto, Luciano Santos, Erisvaldo Pereira dos Santos, Zilda Freitas, Adriana Abreu e Jeanne Paganucci. A A II Festa Literária do Sertão de Jequié, que foi realizada no período de 26 a 29 de outubro de 2013, tendo como tema “o encontro da poesia de Waly Salomão, Vinicius de Moraes e Dorival Caymmi com a crônica de Rubem Braga, contou com palestras, oficinas, conferências, saraus e shows musicais em homenagem poetas Waly Salomão e Vinicius de Moraes, ao músico Dorival Caymmi e ao cronista Rubem Braga, reunindo escritores e intelectuais como Stella Caymmi, Jorge Salomão, Mariana Paiva, Kátia Borges, Carlos Ribeiro, Aleilton Fonseca, Carlos Souza, Domingos Ailton, Valdeck Almeida de Jesus dentre outros. Conseguimos ter projeto contemplado pelo  Edital de Literatura da Funceb para realização da III Edição da FELISQUIÉ e o evento foi  inscrito pela professora Zilda Freitas como projeto de extensão da UESB.. Entretanto, o recurso não é suficiente para pagar todas as despesas. Neste sentido solicitamos parcerias de outras instituições e de pessoas físicas que querem colaborar para que Jequié se torne cada dia mais referência dentre as cidades brasileiras que promovem festas literárias e promove o diálogo entre a literatura e outras linguagens artísticas  e promove relevantes debates sobre temas de interesse da academia e da sociedade brasileira.

Ingra Lyberato

Ingra Lyberato

Filha de cineasta, Ingra estreou no cinema aos sete anos, no curta-metragem “Ementário”, dirigido por seu pai Chico Liberato. Além de se destacar em obras marcantes na TV como “Pantanal”, “A História de Ana Raio e Zé Trovão”, “A Indomada” e “O Clone”, conquistou prêmios nacionais e internacionais por longas e curtas-metragens. Entre os filmes que lhe renderam prêmios, “Dois Córregos”, de Carlos Reichenbach , “Eu não conhecia Tururu”, de Florinda Bolkan e “Valsa para Bruno Stein”, de Paulo Nascimento pelo qual ganhou o Kikito de Melhor Atriz em 2007. No teatro atuou em várias produções de sucesso de público e crítica, como “Mais- que -imperfeito” de Marcelo Rubens Paiva, “Feliz por Nada”, de Martha Medeiros e “Inimigas Íntimas” de Arthur José Pinto, em cartaz nessa desde 2007.

 

O Medo do sucesso, de Ingra Lyberato tem lançamento  na Felisqué

Na noite do dia 2 de junho, às 20h no Centro de Cultura de Jequié, durante a Felisquié, Ingra Lyberato fará a palestra  O MEDO DO SUCESSO:  Revelações da vida pessoal e profissional da atriz Ingra Lyberato, que escreveu livro confessional sobre os desafios que passou, diante do estrondoso sucesso das novelas Pantanal, Ana Raio, Indomada, O Clone e outros momentos de grande exposição nacional.” Após a palestra vai acontecer o  o lançamento do livro de sua autoria intitulado  O medo do sucesso,  que a atriz revela detalhes da   vida nos palcos, no cinema e na televisão.

Quando chegou ao Rio de Janeiro em 1989, a jovem bailarina baiana Ingra pretendia apenas passar uma temporada. Porém, acabou participando de uma oficina de atores da Rede Globo, e o que era para ser uma estadia de férias prolongou-se indefinidamente. A bela e irrequieta morena participou da telenovela Tieta e em seguida foi selecionada para Pantanal, que se tornaria um fenômeno televisivo e inauguraria uma nova forma de se fazer telenovela no Brasil. Com Jayme Monjardim, com quem se casara, participou da criação de A história de Ana Raio e Zé Trovão, que explorava o mundo dos rodeios e deixava em evidência as diversas regiões com suas riquezas culturais. Mas nessa trajetória, em meio a testes de elenco, preparação para gravações, estudos de roteiro e ensaios, muitas vezes a atriz foi assombrada pelo medo do sucesso. Fazendo parte de uma geração de mulheres que busca o equilíbrio entre a vida profissional e familiar, viveu o epicentro da fama, com toda a ansiedade e tentações que isso traz, e fez escolhas entre uma carreira alucinante e sua vida pessoal. Hoje, ainda dona de uma beleza agreste, a atriz olha para trás e é capaz de identificar os erros que cometeu – na profissão e nas relações pessoais. Aqui, Ingra Lyberato abre o coração e mostra que nada foi em vão. Ao fim e ao cabo, ficam o amor que sente, o amadurecimento, a arte imortalizada e a paz criativa que alimenta a cada dia.

Felisquié tem evento de divulgação no Museu de Arte da Bahia

Felisquié tem evento de divulgação no Museu de Arte da Bahia

Maribel Barreto, Luciano Santos, Luciano Ferreira,  Cidinha da Silva, Sandro Sussuarana, Domingos Ailton e convidados fazem palestras e sarau de poesia

Salvador recebe convidados em evento de divulgação da Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié – Felisquié, no dia 06 de maio de 2017, com atividades das 14 às 18:30hs, no Museu de Arte da Bahia, na Avenida Sete de Setembro, 2440, Corredor da Vitória. O evento é gratuito e não há necessidade de inscrição prévia.

A Felisqué conta financiamento do Fundo Estadual de Cultura, através do Edital de Literatura da Funceb, Secretaria de Cultura e Estado da Bahia, e pretende ampliar as parcerias. A organização do evento  já procurou a Empresa e Editora Gráfica da Bahia, a Uesb, as secretarias municipais de Cultura e Turismo  e de Educação de Jequié, o Nucleo 22 de Educação, o Sesc e   a Bahiatursa, para que a ampla programação que está sendo planejada possa ser concretizada, o que deve atrair um grande número de pessoas para Jequié de diversas regiões da Bahia e do Brasil.

 Confira a Programação do Lançamento da FELISQUIÉ em Salvador

 14h – Abertura – A III Edição da Felisquié

Apresentação – Domingos Ailton – Escritor, jornalista, professor e curador da Felisquié

 Mesa Redonda – Da literatura popular à literatura acadêmica

 

14h30 – “Literatura ficcional e consciência”

Palestrante – Maribel Barreto – Pós-doutorado em Consciência, Transdisciplinaridade e Educação pela Universidade Católica de Brasília/Brasil, e Criatividade e Educação e Doutora em Educação pela Universidade de Brasília/UNB/Brasil, membro da Academia de Letras de Jequié.

 15h- Aspectos culturais da crise brasileira atual”.

Palestrante – Luciano Santos – Professor de Filosofia credenciado no Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade (PPGEDUC) da UNEB e Doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). 

 15h30 – “Cordel na Bahia: literatura popular multifacetada”.

Palestrante – Luciano Ferreira – Licenciado em Letras com Língua Espanhola (UEFS), especialista em Metodologia do ensino da língua espanhola (Uninter), especialista e mestre em Estudos Literários (UEFS).

 16h – Mesa Redonda – “Vivencias e produções literárias”.

 

Palestrantes:

 Cidinha da Silva  – Prosadora, dramaturga e doutoranda no Programa Multi-Institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento da Universidade Federal da Bahia. 

 

Sandro Sussuarana – Escritor, poeta, graduando em Serviço Social, é um dos organizadores do Sarau da Onça, Slam da Onça e Slam Deixa Acontecer, que acontecem em Sussuarana

 

17h – Sarau com música e poesia.

 

SERVIÇO

O quê: Lançamento da FELISQUIÉ em Salvador

Quando: 06 de maio de 2017, das 14 às 18:30hs

Onde: Museu de Arte da Bahia – Avenida Sete de Setembro, 2440 – Corredor da Vitória – Salvador-BA

Quanto: Gratuito, sem necessidade de prévia inscrição

Contatos: 71 99345 5255 (Valdeck), 71 99272 0745 (Ligia Benigno), 73 998554323 (Domingos Ailton

Ascom da Felisquié.

Felisquié realiza encontro de contadores de histórias e planeja ampla programação artística-literária

Felisquié realiza encontro de contadores de histórias e planeja  ampla programação artística-literária

Mais de 300 pessoas participaram no sábado, 1 de abril, no Auditório Waly Salomão da Uesb – Campus de Jequié, do I Encontro de Contadores e Contadoras de História da Festa Literária  Internacional do Sertão de Jequié, que já planeja uma ampla programação  artística-literária para o período de 2 a 4 de junho, quando vai ser realizada a terceira edição da Felisquié.

Professores, alunos  e pessoas de vários segmentos  de diversos municípios baianos   ouviram e puderam dialogar   com  os  contadoras de História Danielle Andrade,  Eduardo Oduduwa e Acely Araújo, que falaram sobre a arte de narrar e como contar histórias para as crianças, adultos, idosos e pessoas com necessidades especiais  e qual a metodologia  mais adequada para a contação em sala de aula.  Os participantes puderam ouvir  também desde narrativas tradicionais  e contemporâneos aos contos afro-brasileiros,  que foram acompanhados por instrumentos musicais africanos tocados pelo contador de histórias, que é também  percussionista Eduardo Oduduwa. Os participantes tiveram oportunidade também  de contar histórias.

 De acordo com o curador da Felisquié, o escritor  Domingos Ailton, a III edição do evento deve ganhar uma Sessão Especial na Câmara de Vereadores de Jequié. “Queremos que a  Felisquié, que é um evento que incentiva a leitura e permite o contato com grandes nomes da arte e da literatura com o público, faça parte da política cultural do município de Jequié  e tenha lugar no calendário de eventos da cidade”, ressalta o romancista jequieense.

A III Edição da Felisquié, que teve lançamento no show O Canto das Mulheres, realizado dia 8 de março em Jequié, deve ser lançada em Salvador no início do mês de maio, com palestras e apresentações culturais.

A Felisqué,  que  conta apoio do Fundo Estadual de Cultura através do Edital de Literatura da Funceb, pretende ampliar as parcerias. O curador Domingos Ailton já procurou a Empresa e Editora  Gráfica da Bahia, a Uesb,  as secretarias municipais de Cultura e Turismo  e de Educação de Jequié, o Nucleo 22 de Educação, o Sesc e    nos próximos deve ter audiência  com a direção  da Bahiatursa,  para que a ampla programação que está sendo planejada possa ser concretizada, o que deve atrair um grande número de pessoas para Jequié de diversas regiões da Bahia e do Brasil.

A Curadoria da Felisquié pretende levar a para terceira edição  nomes como  do  crítico literário Eduardo Coutinho, da atriz Ingrid Liberato, do poeta Antônio Cícero, dos cineastas Alba e Chico Liberato, do historiador e quadrinista Sávio Roz, dos escritores Aleilton Fonseca  e Mouzar Benedito e do cantor e compositor  Danilo Caymmi, que além de realizar uma palestra sobre Tom Jobim (homenageado pelos 90 anos de nascimento), fará um show com músicas do maestro autor de Garota de Ipanema. A Felisquié contará também com nomes  do exterior, a exemplo   do presidente do Parlamento Internacional dos Escritores de Colômbia,  Joce Daniels e de Eduardo Quive, escritor de Moçambique.

“ Além da homenagem a Tom Jobim, outras  homenagens serão feitas à nomes que contribuíram para o desenvolvimento literário e cultural da região de Jequié, da Bahia e do Brasil, a exemplo de Maria Lúcia Martins, Stela Câmara Dubois, Lindolfo Rocha,  Carolina Maria Maria de Jesus e Rodolfo Coelho Cavalcanti e  aos 50 anos do Tropicalismo”, destaca Domingos Ailton acrescentando que a festa literária terá feira e lançamentos de livros, exposições, palestras, oficinas e exibições de filmes  e o tema da terceira  edição é  “O cangaço na Literatura de Cordel: do sertão para o mundo”, devendo contar também com  participação de cordelistas e estudiosos do cangaço.

Ascom da Felisquié.