A Formação de leitores como desafio do Brasil atual é o tema da quarta edição da Felisquié

A Formação de leitores como desafio do Brasil atual é o tema da quarta edição da Felisquié

A campanha da Festa Literária “Eu giro para onde gira o sol” criada pela Publicar News prestigia o sertão de Jequié, seus escritores, personagens e poetas. O cineasta Glauber Rocha também será homenageado

Um dos mais esperados eventos literários do Sudoeste da Bahia, a Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié, inicia a sua quarta edição no dia 28 de novembro de 2019, quinta-feira, na Câmara de Vereadores em Jequié e terá a “Leitura”, como tema principal. Os escritores Luís Cotrim, Pacífico Ribeiro, Wilson Novais, Heleusa Câmara e  o cineasta Glauber Rocha serão os principais homenageados. Com o tema “A formação de leitores como desafio do Brasil atual”, o evento vai reunir uma programação variada, conduzida por autores da literatura nacional e internacional, com conferências, mesas-redondas, palestras e lançamento de livros. 

As cantoras Ana Vitória e Flaviane vão abrilhantar a primeira noite da Felisquié interpretando as canções mais belas da MPB.  O jornalista, professor, escritor e curador da Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié, Domingos Ailton fará o pronunciamento de abertura: “A Felisquié representa o universo encantador do sertão de Jequié, além de promover uma interface entre a literatura e outras linguagens artísticas”, define o autor do romance “Anésia Cauaçu”. Em seguida, a educadora jequieense e Embaixadora da Paz, Maribel Barreto dará início a primeira conferência intitulada “Leitura e consciência: um diálogo transformador”. 

Na sexta-feira, 29/11, serão aguardadas, a historiadora e professora titular da UERJ, Maria Teresa Toríbio; as especialistas em marketing digital, digital influencer e produção de conteúdo, Samara Barreto, Márcia Nunes e Calila Galvão; os escritores Raiana Soares e Aurélio Nery, que vão participar da mesa-redonda “É top ler e escrever” e os jornalistas e apresentadores de TV e rádio, Carla Araújo (Rádio Excelsior) e Judson Almeida (TV Sudoeste), que vão abordar o tema “Leitura para um Jornalismo de qualidade”.

A tão esperada participação internacional da IV Edição da Felisquié vai ficar por conta do escritor e dramaturgo africano Francis Biedi, que vai fazer a palestra às 19h30, “Literatura de Camarões, ontem e hoje”, tendo como tradutora Gloria Terra, que é também agente editorial e diretora geral do Projeto Entrelinhas, que será apresentado no evento. 

Na manhã de sábado, 30/11, às 8h, o primeiro encontro da família Cauaçu será um dos destaques da Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié. Promovido pelo jornalista, escritor e autor do romance “Anésia Cauaçu”, Domingos Ailton, o encontro reunirá vários integrantes da família em uma mesa-redonda intitulada “Cauaçus – Uma história que a Bahia, o Brasil e o mundo precisam conhecer”. 

A cineasta Carollini Assis, criadora do roteiro para TV e cinema inspirado no romance de Anésia Cauaçu, será a mediadora da mesa, que terá a participação de Mecias Kawassu; Omero Lima e Aroldo Lima, neto e bisneto de Alcina, irmã de Anésia Cauaçu; Virginia Fernandes e Melissa Ferreira, neta e bisneta de Augusto Cauaçu, cujo assassinato foi o estopim para a entrada da família no cangaço. 

Cem anos se passaram desde que os Cauaçus sofreram perseguição dos coronéis e das forças policiais do governo e se dispersaram para várias localidades do Brasil, dentre elas: Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Alguns deles, inclusive, foram obrigados a mudar o sobrenome para conseguir sobreviver. 

Ainda no sábado, a professora da UESB e curadora da Fligê, Ester Figueiredo vai falar sobre “Política do Livro, Leitura e Literatura na Bahia e no Brasil”; Ela dividirá à mesa com o deputado federal Waldenor Pereira Filho, relator da Lei do Livro e vice-presidente da Frente Parlamentar do Livro da Câmara dos Deputados. 

No domingo, 1º/12, às 9h, os escritores Jocevaldo Santiago e Davi Nunes vão abrir os trabalhos com o tema “Devir e ancestralidade em poéticas negras”. Às 11h, a professora da UNEB e pesquisadora do tema “Educação em Prisões”, Kátia Barbosa fará a palestra “Leitura no Cárcere”.

 

Biografia de Irmã Dulce, um dos livros mais vendidos do país, será lançado na Felisquié

Foto: Arrison Marinho/Correio

A Felisquié abrirá espaço para autores de livros de diversas temáticas, através do programa “Um dedo de prosa e poesia, uma ação do Projeto Páginas Formando Leitores do DCHL da UESB – Campus de Jequié”. Entre os lançamentos, teremos os livros “Patuá” da escritora Rosane Viana Jovelino, “Plástico Bolha’, do escritor e professor, Carvalho Neto e “Gayroto de Programa: 5000 tons de sexo”, do poeta e escritor Valdeck Almeida de Jesus.

Uma mesa-redonda reunirá no sábado à noite, 30/11, o representante das Obras sociais de Santa Dulce, o Frei João Paulo, e o autor da biografia “Irmã Dulce, a santa dos pobres”, o escritor Graciliano Rocha. O livro, que está nas principais listas semanais dos livros mais vendidos do país, será lançado no final da sua apresentação. A revista Veja considerou a obra como “a mais completa biografia sobre a freira baiana.” Esse sucesso é resultado do trabalho de pesquisa do autor, que durante oito anos, analisou documentos encontrados no Brasil, nos Estados Unidos e na Itália.

 

Jequié, Cidade Sol

Foto: Reprodução/ Site oficial da Prefeitura de Jequié

Localizada no sudoeste da Bahia, distante 360 km de Salvador, Jequié é a cidade natal de grandes nomes da cultura brasileira como Waly Salomão, Ana Cecília Costa e Zéu Brito. A “Cidade Sol” como é conhecida reúne talentos e histórias surpreendentes. É de Jequié, a primeira cangaceira do Brasil, a heroína Anésia Cauaçu, tema do romance do também jequieense Domingos Ailton. Similar a sua heroína, o jornalista, escritor e curador da Festa Literária Internacional de Jequié, também é um desbravador. Mesmo com todas as dificuldades encontradas, ele conseguiu reunir a atriz Ana Cecília Costa, a cineasta Carollini Assis e a jornalista Cristina Serra no lançamento da Felisquié em 4 de outubro na UESB. Ainda assim, enfrenta dificuldades para obter patrocínio das empresas, principalmente para comprar as passagens e pagar as hospedagens para os palestrantes convidados. O mais impressionante é que nenhum deles cobrou cachê de participação. “É tudo por amor à arte”, resume Domingos Ailton.

Em parceria com a empresa de comunicação Publicar News, a quarta edição da Felisquié é produzida pela Cotoxó Comunicação e Consultoria, editora da Revista Cotoxó, que também realiza o Encontro dos Contadores de História da Bahia e dos Escritores e Poetas do Território do Médio Rio das Contas. 

SERVIÇO: Lançamento oficial da  quarta edição da FELISQUIÉ – Festa Literária  Internacional do Sertão de Jequié – “Eu giro para onde gira o sol”

QUANDO: De 28 de novembro, quinta-feira, às 19h a 1º de dezembro, domingo, às 12h

ONDE: Câmara dos Vereadores de Jequié. O evento é gratuito, mas há necessidade de inscrição prévia. Acesse o site http://felisquie.com.br/ e faça a sua inscrição.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO: Publicar News

DIGITAL INFLUENCER: Márcia Nunes @felisquié

INFORMAÇÕES À IMPRENSA: Domingos Ailton – WhatsApp: (73) 99855 4323

 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO AQUI

“O Sertão visita o Mar” é o tema de lançamento da Felisquié no Museu de Arte da Bahia em Salvador. O evento terá participação especial da atriz Ana Cecília Costa e da cineasta Carollini Assis

“O Sertão visita o Mar” é o tema de lançamento da Felisquié no Museu de Arte da Bahia em Salvador. O evento terá participação especial da atriz Ana Cecília Costa e da cineasta Carollini Assis

O lançamento da IV Edição da Festa Literária  Internacional do Sertão de Jequié – Felisquié, que acontece no Museu de Arte da Bahia, Corredor da Vitória, no dia 15 de outubro às 18h terá a participação de duas mulheres de grande relevância no cenário cultural brasileiro: a atriz Ana Cecília Costa e a cineasta Carollini Assis. Elas vão compor à Mesa “Adaptações de Obras Literárias para os Palcos e para as Telas”. O lançamento da IV Edição da Festa Literária  Internacional do Sertão de Jequié – Felisquié, que acontece no Museu de Arte da Bahia, Corredor da Vitória, no dia 15 de outubro às 18h terá a participação de duas mulheres de grande relevância no cenário cultural brasileiro: a atriz Ana Cecília Costa e a cineasta Carollini Assis. Elas vão compor à Mesa “Adaptações de Obras Literárias para os Palcos e para as Telas”.

A atriz Ana Cecília Costa fará uma exposição sobre as suas atuações em peças, filmes, minisséries e novelas. Formada em teatro e Cinema, com mestrado em Comunicação, Ana Cecília nasceu em Jequié e atuou nas novelas da TV Globo: Órfãos da Terra, Cordel Encantado e  Joia Rara; participou do filme Capitães da Areia e  das peças de teatro O Sumiço da Santa  e Teresa D´Avila. Ana também foi assistente de direção dos longas metragens Bad Boy e Eclipse e dirigiu o curta-metragem O Casamento em 2003 e os videoclipes Go tell e São Francisco da cantora Katia Dotto.
A cineasta Carollini Assis transita por linguagens diversas: o jornalismo, o cinema e a literatura. Formada em jornalismo, com especialização em TV e vídeo, Carollini foi diretora da Associação Baiana de Cinema e Vídeo, presidente do Colegiado Setorial do Audiovisual da Bahia. Em 2012, ganhou o Prêmio Lauro de Freitas de Literatura, com o conto O Canto do Silêncio. No evento de lançamento da Felisquié em Salvador, ela vai falar sobre o roteiro de adaptação para as telas do livro Anésia Cauaçu de Domingos Ailton, sobre a sua viagem ao Sertão de Jequié e a descoberta dos locais onde viveram os personagens do romance. O autor da obra, o jornalista e escritor Domingos Ailton será o mediador do evento intitulado “Mesa de Conversa”, que também contará com a presença do filósofo Luciano Costa e do poeta Valdeck Almeida.

O início da programação oficial da Felisquié será na Câmara de Vereadores em Jequié no dia 28 de novembro e terá a “Leitura”, como tema principal. Os escritores Luís Cotrim, Pacífico Ribeiro, Wilson Novaes, Heleusa Câmara e  o cineasta Glauber Rocha serão os principais homenageados. A Felisquié encerra em 1º de dezembro.
A IV Edição da Felisquié é uma realização da Cotoxó Comunicação e Consultoria em parceria com a Secretaria de Cultura do Estado  da  Bahia,  Instituto do Patrimônio Artístico e Cutural da Bahia – IPAC, Museu de Arte da Bahia, Secretaria Estadual de Educação da Bahia e UESB, através da Pró-Reitoria de Extensão – Proex e dos projetos e programas Estação da Leitura e Páginas Formando Leitores.

SERVIÇO: Lançamento em Salvador da FELISQUIÉ – IV Edição da Festa Literária  Internacional do Sertão de Jequié e do livro Anésia Cauaçu de Domingos Ailton

ONDE: Museu de Arte da Bahia, Avenida Sete de Setembro, 2440, Corredor da Vitória. O evento é gratuito e não há necessidade de inscrição prévia.

▶Preço do livro Anésia Cauaçu: R$ 40,00

QUANDO: 15 de outubro, terça-feira, às 18h.

INFORMAÇÕES À IMPRENSA: Domingos Ailton – WhatsApp: (73) 99855 4323

PROGRAMAÇÃO:

Lançamento da Felisquié em Salvador – O Sertão Visita o Mar

Apresentação – Domingos Ailton – Escritor, jornalista, professor e curador da Felisquié

18h – Abertura – Homenagem ao Dia do Professor com o historiador Émerson Pinto de Araújo

18h20 – Mesa-redonda – Adaptações de Obras Literárias para os Palcos e para as Telas – Palestrantes: Ana Cecília Costa (atriz) e Carollini Assis (cineasta)

19h20 – Roda de Conversa sobre filosofia e poesia – Palestrantes: Luciano Costa (filósofo) e Valdeck Almeida (poeta)

20h20 – Lançamento do livro Anésia Cauaçu do jornalista e escritor Domingos Ailton

Atriz Ana Cecília Costa, jornalista Cristina Serra e cineasta Carollini Assis no lançamento da Felisquié

Atriz Ana Cecília Costa, jornalista Cristina Serra e cineasta Carollini Assis no lançamento da Felisquié

Três mulheres de grande relevância no cenário cultural brasileiro participam do  lançamento  da IV Edição da Festa Literária  Internacional do Sertão de Jequié – Felisquié, que acontece no Auditório Waly Salomão da UESB – Campus de Jequié, dia 4 de outubro às 19h. São elas: Ana Cecília Costa, Cristina Serra e Carollini Assis.

Ana Cecília é uma consagrada  atriz que nasceu em Jequié e tem grande projeção no teatro, no cinema e na televisão. Está atuando  no elenco da novela da TV Globo, Órfãos da Terra  já atuou em  teledramaturgias da emissora como Cordel Encantado Jóia Rara; no filme  Capitães da Areia e  nas  peças de teatro  O Sumiço da Santa  e Teresa D´Avila dentre outras produçõesAo lado  da cineasta Carollini Assis (que está produzindo  roteiro de adaptação  do romance Anésia Cauaçu, de Domingos Ailton, para o cinema e a televisão),  a atriz jequieense vai participar da mesa Leia e assiste esse livro: Adaptações de obras literárias para os palcos e as telas. Já a  jornalista Cristina Serra  vai fazer a palestra Leitura de  desastres ambientais no Brasil: De Mariana a Brumadinho e lançará o livro Tragédia em Mariana, publicação de  referência no  País  e no exterior.

A mediação da mesa e da palestra está a cargo do curador da Felisquié, jornalista e escritor Domingos Ailton, e o evento vai contar também com apresentações culturais do ator Marcos Duarte e do músico  Victor Ângelo. Na oportunidade abrirá a inscrição para quem queira  participar  como ouvinte da programação oficial da Felisquié, que vai ocorrer no período de 28 de novembro a 1 de dezembro, tendo como tema central Leitura e homenageará os poetas e escritores Luís Cotrim, Pacífico Ribeiro, Wilson Novaes, Heleusa Câmara e  o cineasta Glauber Rocha.

A IV Edição da Felisquié é uma realização da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e da Cotoxó Comunicação e Consultoria com parceria com a Secretaria de Cultura do Estado  da  Bahia  Secretaria Estadual de Educação e  da UESB através da Pró-Reitoria de Extensão – Proex e dos projetos e programas Estação da Leitura e  Páginas Formando Leitores.

Ascom da Felisquié

SUSPIROS DE UM TROVADOR

DIGITAL, 2016, 70 MINUTOS

SINOPSE

Suspiros de um Trovador é um filme documentário que revela a vida e obra do poeta popular alagoano Rodolfo Coelho Cavalcante (1917-1986). Seu filho e cordelista, Isaías Cavalcante – Ismoca, persegue sua vida pela Bahia, Alagoas e Rio de Janeiro e vivencia sua obra literária, seja declamando poesias, lendo cordéis, negociando livretos nas feiras, ruas e também reencontrando amigos e poetas.

FICHA TÉCNICA

Direção e Roteiro: Marcelo Rabelo

Direção de Fotografia e Câmera: Nicolas Hallet

Produção Executiva: Eliana Mendes

Direção de Produção: Valdelice Rabelo

Produção: Associação Sociocultural Umbigada

Assistente de Produção: Isaías Cavalcante, Jurisvaldo Alves, Israel Cavalcante, André Cavalcante, Zé Andrade, Zé Mário

Técnico de Som: Thiago Torres

Assistente de Fotografia e Câmera Adicional: Wallace Nogueira

Montagem: Wallace Nogueira

Finalização de Áudio: Glauco Neves

Pesquisa: Isaías Cavalcante, Marcelo Rabelo, Odilon Sérgio, Valdelice Rabelo

Animação: Maíra Moura

Xilogravuras em animação: Erivaldo Oliveira

Xilogravuras em reprodução: Franklin Maxado, Minelvino Francisco

Direção de Arte: Gabriel Arcanjo e Valdelice Rabelo

Motorista: Reinaldo dos Santos e Junior Finizola

Design Gráfico: Walter Mariano

Trilha Sonora: Bule Bule, Antonio Queiroz e Téo Guedes

Técnico de Som trilha sonora: Elias Assmar

Música Trilha sonora final: Antonio Queiroz

Tradutor: Carlos Prudencio Alonso (Espanhol) e César Zanin (Inglês)

Filmes de arquivo: “Mestre Pastinha: O Rei da Capoeira Angola” de Paulo Sá Vieira e “Rodolfo Cavalcante – Poeta de Cordel” de Jorge Luiz Mascarenhas

Imagens de Arquivo:  Acervo Família Cavalcante

Realização: Associação Sociocultural Umbigada

Apoio Financeiro: Secretaria de Cultura do Estado da Bahia/Fundo de Cultura

Apoio: Museu do Sertão (UEFS) / Núcleo de Literatura de Cordel/Funceb / Dimas (Diretoria de Imagem e Som da Bahia) / Restaurante da Chiquita / Vogal Imagem / Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel

Agradecimentos: Família Cavalcante (Salvador/Jequié/Maceió), Paulo Sá Vieira, Carlos Modesto, Domingos Ailton, Gráfica Lelian (Jequié), Cristiana Barbosa, Ana Lúcia Reis Fonseca, José Amorim e Luiz Amorim, Val Rodrigues, Circo Barcelona, Academia Brasileira de Literatura de Cordel.

CORO DE COR

CORO DE COR

Em tempos de nomes individuais na música popular brasileira, a banda Coro de Cor traz a música em primeiro plano. Com som essencialmente brasileiro, o grupo faz um trabalho de maneira própria que prima pela qualidade e sutileza nos arranjos.

Levando a música como forma de expressão, Geysa Maiana, Bruno Maiky e Armando Lui reúnem as suas cores únicas e dessa combinação nasce o som da Coro de Cor. Com mais de nove anos de existência, vem sendo bastante elogiada pelos seus shows apresentados em Salvador e outras cidades baianas.

Lançou seu primeiro álbum independente, intitulado “Singularidades”, em outubro de 2011, com repertório predominantemente autoral, no qual também estão entre os compositores Caetano Veloso, João Donato e Carlinhos Brown. Neste trabalho, percorre desde o reggae ao samba, do ijexá ao romântico sempre explorando as vozes em seus arranjos.

Desde sua formação, o grupo vem trilhando festivais e eventos de música pelo Brasil quando iniciou sendo finalista do III UNIFEST (2006), organizado pela UFBA. E desde então, foi selecionada para mostrar seu trabalho autoral em diversos outros como no 36º e 38º FEMUCIC – Maringá/PR; no Festival ENCUT 2013 de MPB -Taubaté/SP, no qual levou o prêmio de melhor arranjo pela música “Sertão Meu”; no 43º e 44º FENAC/MG; no 37º FEMPI – Ibotirama/BA. Em 2014, recebeu o troféu de 2º lugar no Prêmio Sesc de Música Tom Jobim, em Brasília/DF. Nas edições de 2012, 2013 e 2015 do Festival de Música da Educadora FM, levou o prêmio de música “Mais Votada pelos Ouvintes”, com as respectivas canções “Redenção”, “Intuição” e “Dona do Céu”. Por dois anos consecutivos (2012 e 2013), participou da Mostra SESC de Música da Bahia. Também foi finalista do Festival de Música da Bahia, em 2010 e 2012 e foi vencedor do Festival de Música dos Bancários da Bahia, em 2009, também com “Sertão Meu”. Em 2015, teve sua canção “Perto de Lá” integrante da coletânea de CD’s do Mapa Musical da Bahia, lançada no mesmo estado. Em 2015 e 2016, foi finalista do FEM de Rio Preto/SP.

Atualmente, encontra-se produzindo canções para seu próximo CD.

Coro de Cor, por onde passa, instiga o público a colorir a vida com sensibilidade, poesia e ritmo.

Sarau do Poeta

Sarau do Poeta

Jackson Costa apresenta o Sarau do Poeta, um espetáculo que conjuga música e poesia e resgata a musicalidade baiana inspirada em Dorival Caymmi, Jorge Amado e visita a poesia de Gregorio de Mattos, Castro Alves, Rui Espinheira Filho, Ramon Vane, Patativa do Assaré, entre outros.

No  Sarau do Poeta, Jackson Costa divide a cena com um trio de músicos: Joaquim Carvalho (violão e voz), Eddie Sant’Ana (violão, violino e craviola), Sidney Argolo (percussão).

O espetáculo musical de Danilo Caymmi

O espetáculo musical de Danilo Caymmi

Imperdível! Assim inicia a chamada do spot para o show de Danilo Caymmi no próximo dia  3 de junho, sábado, 20h, no Centro de Cultura de Jequié, numa produção da Revista COTOXÓ,  que terá  na abertura o cantor Nuno Menezes, um admirador da musicalidade da família Caymmi.


Você realmente não pode perder este espetáculo musical de um dos maiores nomes da MPB.

Filho do genial mestre da canção brasileira,  Dorival Caymmi e da cantora  Stella Maris, e irmão dos cantores  Dori e Nana Caymmi, Danilo   começou a tocar flauta e violão na adolescência. Abandonou o curso de arquitetura no fim do curso.

A carreira artística teve início  participando como flautista da gravação do disco “Caymmi Visita Tom”, de 1964, título escolhido pelo próprio Danilo para sua palestra ao lado do músico Davi Costa Mello na manhã do dia 3 de junho no Auditório Waly Salomão (UESB – Campus de Jequié). Mais tarde, já nos anos 80, Danilo voltou a encontrar Tom, quando entrou para a Banda Nova, que acompanhava o maestro carioca nas suas apresentações. Danilo, que continuou tocando para Tom até a morte do músico, em 1994, guarda lembranças especiais do coautor de Garota de Ipanema: “Não sabia que eu era cantor até 1983, quando entrei para fazer parte da ‘Banda Nova’, de Tom, a convite de seu filho, Paulo Jobim. Durante um dos ensaios, Tom pediu que eu cantasse duas de suas músicas. Neste momento, descobri em mim o cantor que eu mesmo desconhecia”. Entretanto, seu primeiro trabalho como compositor  teve  registro antes. Foi com a música “De Brincadeira”, feita em parceria com Edmundo Souto, interpretada por Mário Castro Neves em 1967. Atuou como flautista e compositor, obtendo o terceiro lugar no III Festival Internacional da Canção, na fase nacional, transmitido pela Rede Globo, em 1968, com a canção Andança, sendo seus parceiros na composição da canção Edmundo Souto e Paulinho Tapajós), lançando a cantora Beth Carvalho, contando com a participação do grupo vocal Golden Boys.

Aproveitando os 90 anos de nascimento de Tom Jobim, completados este ano, chega o álbum Danilo Caymmi Canta Tom Jobim (Universal Music), em que o fiho de Dorival Caymmi  interpreta 11 canções do maestro.

Danilo fez sucesso com a canção Casaco Marrom, composta juntamente com uarabyra, na voz da cantora Evinha. Danilo trabalhou com seus irmãos e fez espetáculos em 1973 com Edu Lobo. No mesmo ano, participou da gravação do disco “Matança do Porco”, do grupo Som Imaginário. Em 1983 entra para o conjunto musical Banda Nova , de Tom Jobim. Foi convidado pela TV Globo (Rede Globo) a escrever trilhas musicais para alguns seriados e novelas como Riacho Doce, Teresa Batista, Corpo e Alma e Mulheres de Areia, sendo lançado o longplay Trilhas.
 Em 2001 participou com Roberto Menescal, Marcos Valle e Wanda Sá do Fare Festival, realizado em Pavia, na Itália pela Società dell’Academia.

Fez turnê nas seguintes cidades Estocolmo, na Suécia, Helsinki na Finlândia e em Moscou na Rússia.
 Em comemoração aos noventa anos do pai, lançou em 2004, junto com seus irmãos Nana e Dori, o compact disc Para Caymmi de Nana, Dori e Danilo, com os maiores sucessos de Dorival Caymmi.

Em 2009, foi lançado pela Rob Digital, em parceria com o Canal Brasil (televisão por assinatura), o CD e DVD “Danilo Caymmi e Amigos”, cujo registro teve a participação de Roberto Menescal, Fafá de Belém, Zé Renato, Claudio Nucci, Dori Caymmi e sua filha Alice Caymmi         De Jequié, Danilo Caymmi parte para um show em Portugal, que com certeza assim como empolgará o público da terra do Waly Salomão, fascinará também os portugueses  com sua forte voz  musical e suas encantadoras canções.


Fonte: Produção de Danilo Cayymi, Correio da Bahia e Wikipedia

A III Edição da Feliisquié

Entre de 2 e 4 de junho  de 2017 vai acontecer a III Edição da FESTA LITERÁRIA INTERNACIONAL DO SERTÃO DE JEQUIÉ – FELISQUIÉ com palestras, mesas redondas, saraus, shows musicais, feiras e lançamentos  de livros, oficinas literárias, exibição de filmes  dentre outras atividades, o que tornará Jequié capital baiana da literatura neste período. Nomes consagrados das letras e de outras linguagens artísticas no Brasil e no mundo, a exemplo do professor  Eduardo Coutinho, que vai falar sobre seu pai, o consagrado crítico literário Afrânio Coutinho,  historiador e quadrinista Sávio Roz, o escritor Mouzar Benedito, da atriz Ingrid Liberato, os cineastas Chico e Alba Liberato e poeta e ator Jacson Costa estarão participando do evento. O cantor Danilo Caymmi vai fazer uma palestra e um show sobre Tom Jobim, que estaria completando 90 anos de nascimento em 2017. Vai ser lançado na FELISQUIÉ  o filme SUSPIROS DE UM TROVADOR,  de Marcelo Rabelo sobre o cordelista Rodolfo Coelho Cavalcante, um dos maiores cordelistas do Brasil  que viveu em Jequié. O tema central desta terceira edição da  Felisquié é o cangaço na Literatura de Cordel: do sertão para o mundo, comemorando  100 anos do ABC do grupo de cangaceiros Cauaçus, do sertão de Jequié.  Três mulheres estarão sendo homenageadas pela FELISQUIÉ:  as poetisas Maria Lúcia Martins,  jequieense, radicada no Rio de Janeiro, que nos nos deixou o ano passado; a poetisa Stella Câmara Dubois, de Jaguaquara e  Carolina Maria de Jesus, negra  e favelada, que tem uma vasta e linda  produção literária. Serão homenageados também o escritor  Lindolfo Rocha nos  120 anos de Emancipação Política de Jequié, Rodolfo Coelho Cavalcante, Afrânio Coutinho e Tom Jobim.

Diversas atividades estão antecedendo e aquecendo  a FELISQUIÉ como este  Show O Canto das Mulheres e o Encontro de Contadores de Histórias com oficina de   Danielle Ferreira, especialista em contação de histórias dia 1 de abril aqui também na UESB,  além de oficinas literárias e círculos de leitura, que estão sendo realizadas e diversos espaços da cidade.  A FELISQUIÉ vai trazer para nosso município pessoas de diversas regiões da Bahia e do Brasil, o que movimentará a economia local com a ocupação da rede hoteleira e o aumento da comercialização de produtos de bares e restaurantes etc.

A ideia de realizar a  FELISQUIÉ surgiu de uma conversa na mesa de um  bar entre os escritores Domingos Ailton e Valdeck Almeida de Jequié, durante o Encontro da União Brasileira de Escritores em Ribeirão Preto, São Paulo em 2011.

As duas edições da FELISQUIÉ foram eventos de grande sucesso. A primeira edição da FELISQUIÉ homenageou o centenário de dois ícones da cultura nordestina: o escritor Jorge Amado e o cantor Luiz Gonzaga. Prestou homenagem também aos 100 anos do Jornal A Tarde. O evento reuniu o presidente da União Brasileira de Escritores – UBE, escritor Joaquim Botelho, a presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia – Sinjorba, Marjorie Moura, os escritores Mouzar Benedito, Carlos Souza Yeshua, Liniane Haag Brum, Vitor Hugo Martins, Carlos Ribeiro, Gildeci Leite, Bohumila Araújo, Domingos Ailton as jornalistas Heloísa Sampaio e Rogéria Gomes, os cineastas Tuna Espinheira, Guido Araújo, Robinson Roberto e Carlos Pronzato, o ator Robério Lima, os músicos Lourival Eça e Carlos Éden, o artista plástico Dicinho, o ex-presidente da Agência Nacional de Petróleo – ANP, Haroldo Lima e os professores Maribel Barreto, Luciano Santos, Erisvaldo Pereira dos Santos, Zilda Freitas, Adriana Abreu e Jeanne Paganucci. A A II Festa Literária do Sertão de Jequié, que foi realizada no período de 26 a 29 de outubro de 2013, tendo como tema “o encontro da poesia de Waly Salomão, Vinicius de Moraes e Dorival Caymmi com a crônica de Rubem Braga, contou com palestras, oficinas, conferências, saraus e shows musicais em homenagem poetas Waly Salomão e Vinicius de Moraes, ao músico Dorival Caymmi e ao cronista Rubem Braga, reunindo escritores e intelectuais como Stella Caymmi, Jorge Salomão, Mariana Paiva, Kátia Borges, Carlos Ribeiro, Aleilton Fonseca, Carlos Souza, Domingos Ailton, Valdeck Almeida de Jesus dentre outros. Conseguimos ter projeto contemplado pelo  Edital de Literatura da Funceb para realização da III Edição da FELISQUIÉ e o evento foi  inscrito pela professora Zilda Freitas como projeto de extensão da UESB.. Entretanto, o recurso não é suficiente para pagar todas as despesas. Neste sentido solicitamos parcerias de outras instituições e de pessoas físicas que querem colaborar para que Jequié se torne cada dia mais referência dentre as cidades brasileiras que promovem festas literárias e promove o diálogo entre a literatura e outras linguagens artísticas  e promove relevantes debates sobre temas de interesse da academia e da sociedade brasileira.

Ingra Lyberato

Ingra Lyberato

Filha de cineasta, Ingra estreou no cinema aos sete anos, no curta-metragem “Ementário”, dirigido por seu pai Chico Liberato. Além de se destacar em obras marcantes na TV como “Pantanal”, “A História de Ana Raio e Zé Trovão”, “A Indomada” e “O Clone”, conquistou prêmios nacionais e internacionais por longas e curtas-metragens. Entre os filmes que lhe renderam prêmios, “Dois Córregos”, de Carlos Reichenbach , “Eu não conhecia Tururu”, de Florinda Bolkan e “Valsa para Bruno Stein”, de Paulo Nascimento pelo qual ganhou o Kikito de Melhor Atriz em 2007. No teatro atuou em várias produções de sucesso de público e crítica, como “Mais- que -imperfeito” de Marcelo Rubens Paiva, “Feliz por Nada”, de Martha Medeiros e “Inimigas Íntimas” de Arthur José Pinto, em cartaz nessa desde 2007.

 

O Medo do sucesso, de Ingra Lyberato tem lançamento  na Felisqué

Na noite do dia 2 de junho, às 20h no Centro de Cultura de Jequié, durante a Felisquié, Ingra Lyberato fará a palestra  O MEDO DO SUCESSO:  Revelações da vida pessoal e profissional da atriz Ingra Lyberato, que escreveu livro confessional sobre os desafios que passou, diante do estrondoso sucesso das novelas Pantanal, Ana Raio, Indomada, O Clone e outros momentos de grande exposição nacional.” Após a palestra vai acontecer o  o lançamento do livro de sua autoria intitulado  O medo do sucesso,  que a atriz revela detalhes da   vida nos palcos, no cinema e na televisão.

Quando chegou ao Rio de Janeiro em 1989, a jovem bailarina baiana Ingra pretendia apenas passar uma temporada. Porém, acabou participando de uma oficina de atores da Rede Globo, e o que era para ser uma estadia de férias prolongou-se indefinidamente. A bela e irrequieta morena participou da telenovela Tieta e em seguida foi selecionada para Pantanal, que se tornaria um fenômeno televisivo e inauguraria uma nova forma de se fazer telenovela no Brasil. Com Jayme Monjardim, com quem se casara, participou da criação de A história de Ana Raio e Zé Trovão, que explorava o mundo dos rodeios e deixava em evidência as diversas regiões com suas riquezas culturais. Mas nessa trajetória, em meio a testes de elenco, preparação para gravações, estudos de roteiro e ensaios, muitas vezes a atriz foi assombrada pelo medo do sucesso. Fazendo parte de uma geração de mulheres que busca o equilíbrio entre a vida profissional e familiar, viveu o epicentro da fama, com toda a ansiedade e tentações que isso traz, e fez escolhas entre uma carreira alucinante e sua vida pessoal. Hoje, ainda dona de uma beleza agreste, a atriz olha para trás e é capaz de identificar os erros que cometeu – na profissão e nas relações pessoais. Aqui, Ingra Lyberato abre o coração e mostra que nada foi em vão. Ao fim e ao cabo, ficam o amor que sente, o amadurecimento, a arte imortalizada e a paz criativa que alimenta a cada dia.