Ingra Lyberato

Filha de cineasta, Ingra estreou no cinema aos sete anos, no curta-metragem “Ementário”, dirigido por seu pai Chico Liberato. Além de se destacar em obras marcantes na TV como “Pantanal”, “A História de Ana Raio e Zé Trovão”, “A Indomada” e “O Clone”, conquistou prêmios nacionais e internacionais por longas e curtas-metragens. Entre os filmes que lhe renderam prêmios, “Dois Córregos”, de Carlos Reichenbach , “Eu não conhecia Tururu”, de Florinda Bolkan e “Valsa para Bruno Stein”, de Paulo Nascimento pelo qual ganhou o Kikito de Melhor Atriz em 2007. No teatro atuou em várias produções de sucesso de público e crítica, como “Mais- que -imperfeito” de Marcelo Rubens Paiva, “Feliz por Nada”, de Martha Medeiros e “Inimigas Íntimas” de Arthur José Pinto, em cartaz nessa desde 2007.

 

O Medo do sucesso, de Ingra Lyberato tem lançamento  na Felisqué

Na noite do dia 2 de junho, às 20h no Centro de Cultura de Jequié, durante a Felisquié, Ingra Lyberato fará a palestra  O MEDO DO SUCESSO:  Revelações da vida pessoal e profissional da atriz Ingra Lyberato, que escreveu livro confessional sobre os desafios que passou, diante do estrondoso sucesso das novelas Pantanal, Ana Raio, Indomada, O Clone e outros momentos de grande exposição nacional.” Após a palestra vai acontecer o  o lançamento do livro de sua autoria intitulado  O medo do sucesso,  que a atriz revela detalhes da   vida nos palcos, no cinema e na televisão.

Quando chegou ao Rio de Janeiro em 1989, a jovem bailarina baiana Ingra pretendia apenas passar uma temporada. Porém, acabou participando de uma oficina de atores da Rede Globo, e o que era para ser uma estadia de férias prolongou-se indefinidamente. A bela e irrequieta morena participou da telenovela Tieta e em seguida foi selecionada para Pantanal, que se tornaria um fenômeno televisivo e inauguraria uma nova forma de se fazer telenovela no Brasil. Com Jayme Monjardim, com quem se casara, participou da criação de A história de Ana Raio e Zé Trovão, que explorava o mundo dos rodeios e deixava em evidência as diversas regiões com suas riquezas culturais. Mas nessa trajetória, em meio a testes de elenco, preparação para gravações, estudos de roteiro e ensaios, muitas vezes a atriz foi assombrada pelo medo do sucesso. Fazendo parte de uma geração de mulheres que busca o equilíbrio entre a vida profissional e familiar, viveu o epicentro da fama, com toda a ansiedade e tentações que isso traz, e fez escolhas entre uma carreira alucinante e sua vida pessoal. Hoje, ainda dona de uma beleza agreste, a atriz olha para trás e é capaz de identificar os erros que cometeu – na profissão e nas relações pessoais. Aqui, Ingra Lyberato abre o coração e mostra que nada foi em vão. Ao fim e ao cabo, ficam o amor que sente, o amadurecimento, a arte imortalizada e a paz criativa que alimenta a cada dia.

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